A Beatriz não podia, não queria, não tem que sentir esse sentimento intitulado de ciúmes... não faz qualquer sentido! Pergunta-se ela vezes sem conta: "Porquê?" Porque dá a Beatriz importância ao insignificante para os outros? Ou apenas aparentemente insignificante para os outros? Porque retribuímos inconscientemente na mesma moeda das atitudes que mais recriminamos? Mundo confuso este!
Neste momento a jovem Beatriz sente raiva de si mesma, questiona-se porque será ela assim! Não seria tudo muito mais simples se simplesmente existíssemos e não sentíssemos? Os sentimentos só estão em nós para nos atrapalhar, para nos angustiar!
Ou será que ela não sente esses ditos ciúmes? Será confusão? A Beatriz cada vez mais se encontra longe, e mais longe da tão desejada resposta! Porquê gostar? Porque não escolhemos de quem temos de gostar? Ou será que já gostamos? A cabeça da Beatriz está incrível e estupidamente confusa! Porque não um anjo da guarda para a guiar pelo melhor caminho? O caminho da tranquilidade, da normalidade, da estabilidade tão ansiada por este ser que se encontra perdido nesta imensidão da vida... a Beatriz... a Beatriz...
Neste momento a jovem Beatriz sente raiva de si mesma, questiona-se porque será ela assim! Não seria tudo muito mais simples se simplesmente existíssemos e não sentíssemos? Os sentimentos só estão em nós para nos atrapalhar, para nos angustiar!
Ou será que ela não sente esses ditos ciúmes? Será confusão? A Beatriz cada vez mais se encontra longe, e mais longe da tão desejada resposta! Porquê gostar? Porque não escolhemos de quem temos de gostar? Ou será que já gostamos? A cabeça da Beatriz está incrível e estupidamente confusa! Porque não um anjo da guarda para a guiar pelo melhor caminho? O caminho da tranquilidade, da normalidade, da estabilidade tão ansiada por este ser que se encontra perdido nesta imensidão da vida... a Beatriz... a Beatriz...
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